O meu segundo livro deste autor e também o segundo volume da trilogia “Não Matarás”.
Mais um excelente policial que explora as ligações entre portugueses e mercenários do leste europeu com ligações à antiga URSS iniciados no pós-revolução. Tudo começa com homicídio, um roubo de um cofre em casa de um banqueiro e também de um passaporte em nome de um russo desaparecido em Portugal em 1975. O inspector Joel vai por causa do homicídio mas vê-se envolvido num esquema fraudulento de associações criminosas. E claro, em simultâneo mais umas pistas para uma morte que se tornou o motivo primeiro que o levou a abraçar esta profissão.
Não sei identificar a razão por que este livro me custou um pouco mais a ler, talvez por ser tão enredado que por vezes me perdia ou pela quantidade de personagens com nomes russos que acabavam por me baralhar. Graças aos santos e ao autor, tem no início um índice de personagens que foi muito útil. Não foi por isso que deixei de gostar, mas não posso negar que apreciei mais o anterior “A cidade do medo”. Gosto de livros que arrancam com base em eventos históricos e se desenvolvem como consequência do mesmo.
E que venha o próximo.

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