Confesso que policiais não são o meu género favorito de leitura. No entanto, e depois de ver no grupo tão boas criticas, aventurei-me com o autor Lourenço Seruya. Fiquei muito surpreendida pela positiva, de ressalvar que antes do Lourenço, neste género só lia Agatha Cristie, tudo o resto me parecia mais do mesmo.
Os personagens bem construídos, sem serem exaustivamente descritos. Levando-nos a descobri-los em paralelo com a narrativa. Um enredo bem conseguido e um final surpreendente. Todos os ingredientes para uma boa história.
"A mão que mata" foi a estreia com este autor e garantidamente vou continuar.

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