Há um vivo moribundo que em breve necessita de um lugar no jazigo de família. Mas a lotação está esgotada. Quem fica? Quem sai? É a resposta a estas questões que nos leva pelas aventuras e desventuras da família Boa Morte.
Enquanto nos são revelados os segredos familiares em conversas entre vivos e mortos, fazemos uma revisão da história de Portugal deste os finais do séc.19.
O livro está muito bem escrito, os personagens soberbos e o enredo é de uma enorme criatividade. O que eu me ri durante a leitura! Aos mais sensíveis deixo o aviso que em certos momentos a linguagem não é a mais polida, mas a meu ver, está perfeitamente enquadrada, não é forçada e sai naturalmente.
Foi o segundo livro que li deste autor, o anterior “Quando Lisboa tremeu” também adorei, começa a tornar-se uma das minhas referências de leitura.
Recomendo.

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