Para quem gosta de mistérios e detectives, de passar páginas
a tentar adivinhar quem é o culpado quando todos são suspeitos e com vários
cenários por Portugal fora, apresento o autor Lourenço Seruya. Já vai no 4º
livro cuja leitura terminei há pouco “Crime na Aldeia”.
Somos apresentados ao inspetor Bruno Saraiva, no primeiro
livro “A mão que mata” cuja ação se passa num palacete em Sintra. E é com este
livro que nasce a possibilidade de acompanhar as suas aventuras e desventuras,
profissionais e também pessoais, ao longo do tempo. Com um tempero a Agatha
Christie, com uma escrita descomplicada e fluida surge a dificuldade de largar
o livro até chegar ao fim, sempre surpreendente.
No segundo livro vamos ao teatro, em Lisboa com “A
Maldição”. Será que uma peça de teatro pode estar amaldiçoada? Leiam e
descubram! Com o terceiro, seguimos até Coimbra, mais propriamente à Quinta das
lágrimas onde um elegante casamento se transforma num crime perfeito para o
inspetor Bruno desvendar. E por fim na Aldeia de Piodão (“Crime na aldeia”),
percebemos como numa pacata aldeia da serra do Açor, tantos segredos se
escondem por trás de paredes de pedra e portas azuis. Fica a questão: Onde
vamos a seguir?
É clara a evolução da escrita ao longo dos quatro livros. O
Lourenço promete, aguardo o próximo livro com expectativa.

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